Estágio extracurricular de Enfermagem: estratégia para a formação profissional

Antonia Natielli Costa da Silva, Deborah Pedrosa Moreira, Cinthia Maria Andrade de Freitas, Anne Kayline Soares Teixeira, Alessandra Rocha Mororó Pinheiro

Resumo


Objetivo: Verificar a influência do estágio extracurricular de Enfermagem para a formação profissional. Método: Pesquisa exploratória-descritiva, qualitativa. A coleta de dados ocorreu de abril a maio de 2018, por meio da aplicação de um formulário online a 19 egressos de um estágio extracurricular em enfermagem no setor de estomaterapia de um hospital de Fortaleza-CE. Resultados: Dezesseis egressos estavam trabalhando no período da coleta; quatorze conseguiram o primeiro emprego com menos de seis meses de graduação e possuíam alguma especialização. Apresentaram segurança, autonomia e habilidade técnica-científica, sentindo-se preparados para o exercício da profissão. Conclusão: Confirmou-se a existência de influência positiva das atividades extracurriculares sobre a formação profissional. O estágio extracurricular contemplou as exigências das Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Enfermagem e as do mercado de trabalho.


Texto completo:

PDF

Referências


Resolução CNE/CES Nº 3, de 7 de novembro de 2001 (BR). Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Enfermagem. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CES03.pdf.

Viana RT, Moreira GM, Melo LTM, Sousa NP, Brasil ACO, Abdon APV. Estágio extracurricular na formação profissional: a opinião dos estudantes de fisioterapia. Fisioter Pesq. Setembro de 2012; 19(4): 339-344.

Santos CM, Oliveira SMG. Estágio Extracurricular como complemento das práticas em saúde na graduação. Revista Baiana de Enfermagem. Maio-agosto de 2012; 26(2): 541-546.

Lei n. 11.788, de 25 de setembro de 2008. Dispõe sobre o estágio de estudantes; altera a redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, aprovada pelo Decreto-Lei n. 5.452, de 1º de maio de 1943, e a Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996; revoga as Leis n. 6.494, de 7 de dezembro de 1977, e 8.859, de 23 de março de 1994, o parágrafo único do art. 82 da Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e o art. 6.º da Medida Provisória n. 2.164-41, de 24 de agosto de 2001. 25 de setembro de 2008. Brasília.

Pinheiro ARM, Medeiros ABF. Manual do estágio extracurricular de enfermagem na área de gerenciamento de risco. Hospital Geral Dr. Waldemar Alcântara – Instituto de Saúde e Gestão Hospitalar. 2016: 20p.

Hernández-Sampierrer R, Collado CF, Lucio MPB. Metodologia de pesquisa 5ª ed. Porto Alegre: Penso; 2013.

Vinuto J. Amostragem em bola de neve na pesquisa qualitativa. Temáticas. Ago-dez de 2014; 22(44): 203-220.

Prodanov CC. Metodologia do trabalho científico: métodos e técnicas da pesquisa e do trabalho 2ª ed. Novo Hamburgo: Feevale; 2013.

Urquiza MA, Marques DB. Análise de conteúdo em termos de Bardin aplicada à comunicação corporativa sob o signo de uma abordagem teórico-empírica. Entretextos. Jan-jun de 2016; 16(1): 115-144.

Conselho Nacional de Saúde. Publicada Resolução 466 do CNS que trata de pesquisas em seres humanos e atualiza a Resolução 196. 14 de junho de 2013.

Martins MPSP, Silva JB, Medeiros ML, Dantas HV. Implantação do novo modelo de gestão hospitalar pública através da organização social. Instituto de Saúde e Gestão Hospitalar ISGH - Hospital Gera Dr. Waldemar Alcântara HGWA. 2009: 30p. 2009 [acesso em 29 Nov 2017]; Disponível em: http://banco.consad.org.br/handle/123456789/304.

Valença CN, Germano RM, Malveira FAS, Azavedo LMN, Oliveira AG. Articulação teoria/prática na formação em saúde e a realidade do Sistema Único de Saúde. Rev enferm UERJ. Nov-dez de 2014; 22(6): 830-835.

Codato LAB, Garanhani ML, González AD, Fernandes MFP. Estudantes, docentes e profissionais na atenção básica: coexistência segundo a fenomenologia heideggeriana. Trab. educ. saúde. Ago. de 2017; 15(2): 519-536.

Correia AA,Silva CC, Silva ATMCS, Braga JEFB. Necessidades dos Serviços e Exigências da Academia: uma Articulação Possível. R brasci Saúde. 2009; 13(1): 7-12.

Nars’Adonis, Talini C, Neves GCS, Krieger JGC, Colaço IA. Estágio voluntário em pronto socorro: instrumento para a formação médica de qualidade. Rev. Col. Bras. Ago. de 2012; 39(4): 340-343.

Cavalcanti Valente GS, Viana LO, Garcia Neves, I. As especialidades e os nexos com a formação contínua do enfermeiro: repercussões para a atuação no município do rio de janeiro. Enfermería Global. Junho de 2010; (19): 12p.

Kirchhof ALC, Lacerda MR. Desafios e perspectivas para a publicação de artigos – uma reflexão a partir de autores e editores. Texto Contexto Enferm, Florianópolis.Jan./Mar de 2012; 21(1): 185-93.

Dall’Agnol CM, Oliveira AP, Cardoso ASF. Estágio de administração em enfermagem: repercussões para a equipe em unidades clínico-cirúrgicas. Rev. Gaúcha Enferm. 22 de janeiro de 2017; 38(2): 10p.

Bosquetti LS, Braga EM. Reações comunicativas dos alunos de enfermagem frente ao primeiro estágio curricular. Rev. esc. enferm. USP, Dez. de 2008; 42(4): 690-696.

Carvalho MB, Ribeiro MMF, Silva LD, Shimomura FM. A composição do curriculum vitae entre estudantes de medicina e seus condicionantes. Rev. bras. educ. med, Dez de 2013; 37(4): 483-491.

Nascimento DT, Dias MA, Mota RS, Barberino LB, Durães L, Santos PAJ. Avaliação dos estágios extracurriculares de medicina em unidade de terapia intensiva adulto. Rev. Bras. Ter. Intensiva, vol. 20, no. 4, p. 355-361. Dez. 2008.

Souza FA, Paiano M. Desafios e dificuldades enfrentadas pelos profissionais de enfermagem em início de carreira. REME – Rev. Min. Enferm.Abr-jun de 2011; 15(2): 267–273.




DOI: https://doi.org/10.21675/2357-707X.2019.v10.n4.1880

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Licença Creative Commons
Esta obra está licenciada sob uma licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.

Eletrônico ISSN: 2357-707X

Impresso ISSN: 2177-4285

Licença Creative Commons
Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição 4.0 Internacional.